sábado, 7 de agosto de 2010

Perdura violência contra mulheres no país

Os casos tão propalados pela mídia, especialmente a televisão, das mortes brutais da Eliza Samudio e da Mércia Nakagima, continuam emblemáticos de uma realidade nacional que se sujeita a conviver com a continuidade de um nível inaceitável de violência contra as mulheres.

É preciso exigir dos candidatos a presidência da República que apresentem propostas bem fundamentadas de combate ao crime covarde do assassinato de mulheres por seus parceiros ou amantes.

É preciso penalizar mais duramente quem comete esses crimes, bem como quaisquer outras pessoas que porventura colaborem de um modo ou de outro com eles, do que se se tratasse de um assassinato comum. Aliás, existe assassinato comum?

Pois o assassinato de mulheres deve ser exemplarmente punido, haja vista a possibilidade do criminoso estar ceifando não apenas uma vida, mas também a possibilidade de outras vidas, eventuais frutos possíveis de gravidezes futuras.

Mulheres são para ser amadas, não para serem assassinadas. Elas são os seres vivos que deveriam ser mais preservados no planeta. Por todos.